> Emagrecendo Jack


Março 26, 2008

Quase chegando lá!




Da previsão inicial do doutor Pedro, já alcancei minha meta de perda com a gastroplastia. Depois de quase quatro meses sem contato com nutricionista e cirurgião estive em São Paulo semana passada. Eliminei somente três quilos nesse período. Mas o importante é que continuo perdendo e me sentindo bem.

Mas foi verificado que perdi quase a mesma quantidade de massa magra e massa gorda. Por isso, e de que minhas pernas já estão mais finas do que o ‘normal’ pras minhas medidas (quem diria...), fui indicada a iniciar sessões de musculação. Coisa que nem sei o que é, pois prefiro caminhada e hidroginástica. Após o casamento da minha filha que será em nove dias, vou procurar um local apropriado para começar mais esse desafio.

Farei também uma enorme bateria de exames de sangue. Coisas da chamada ‘rotina pós- operatória’. Há algum tempo não os faço, então... Fui orientada também para adicionar polpa de kiwi, morango ou acerola ao meu suco de laranja. Para a correta fixação de vitaminas e ferro. Perguntada também se gosto de feijão preto, tudo para evitar cair numa anemia.

Mas tenho me sentido muito bem. Minha disposição não era assim há vários anos! Sou uma pessoa completamente diferente hoje. Tenho agora a absoluta noção de que fiz a coisa certa.


Postado por Jack, em 8:40 AM


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Dezembro 16, 2007

Notícias mais ou menos frescas!




Depois de três meses sem contato com nutricionista e cirurgião, fui novamente me consultar com eles. Continuo perdendo peso agora sem tanta velocidade e sem tanta frescura. Consigo comer praticamente de tudo (menos pedra porque estraga os dentes...), mas sempre em pequenas porções. Ainda perdi bastante massa gorda, e pouquíssima massa magra. Isso realmente deixou a nutricionista muito contente quando me botou naquela balança que mede tudo isso.

Eliminei mais 5 kg nesse período e agora iria fazer meu cruzeiro de que está pago desde ano passado quando resolvi operar. Mas parece que ainda não será desta vez que o farei. Meu filho mais velho será operado da coluna novamente, após cinco anos da primeira hérnia de disco. Só que agora a equipe colocará pinos na sua coluna. Estarei novamente no hospital, mas agora como acompanhante.

Mas não faz mal. A saúde em primeiríssimo lugar. Quando pudermos, eu e marido faremos uma viagem. Novamente pedi um atestado ao cirurgião, agora do filho, para podermos continuar com os créditos na agência de viagem. Um dia o passeio sai!


Postado por Jack, em 7:48 AM


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Setembro 2, 2007

Alguns novos progressos




Após dois meses sem consulta aos médicos (mesmo porque agora não preciso ir lá todo mês), voltei neles na última sexta-feira. Eliminei mais 6,500 kg desde a última vez que lá estive. Ainda considerada uma ótima perda, visto que no mês anterior havia perdido somente 2.800 kg.

Há quase dois meses não tenho um ‘dumping’ o que, segundo a nutricionista, quer dizer que meu organismo está se adaptando como um todo. Normalmente isso acontece, pois o corpo vai meio que ‘acostumando’ com sua nova condição.

Tenho alguns exames específicos pra fazer. Ando sentindo falta de memória (e não é a do micro não!). Então farei um exame de sangue para verificar zinco, selênio, cobre e vitaminas B 12 e B 1. Se for problema de baixo selênio, nada mais do que comer duas castanhas do Pará por dia. Segundo minha nutricionista resolveria a questão. Mas Dr. Pedro quer que eu investigue tudo. Então mãos a obra! Além da vitamina Materna que é agora pra tomar pro resto da vida. Tipo casamento sem divórcio.

Voltei pra hidroginástica. Três vezes por semana. Comecei a fazer drenagem linfática. Por enquanto duas vezes por semana. Tenho somente duas sessões, mas já vi que a coisa é muito boa, além de extremamente relaxante. Resta saber se terei grana pra me manter lá. Cada dez sessões perfazem trezentos e oitenta reais... Parece até coisa de dondoca, mas a massagista disse que eu deveria ter começado alguns dias após a cirurgia. Então estou ‘só’ um pouquinho atrasada.

Minha glicemia anda tão boa que já não uso mais insulina. Seria mesmo muito bom se eu substituísse todos os remédios pelo valor das sessões de drenagem linfática. Acho que seria realmente mais proveitoso...




Postado por Jack, em 7:35 AM


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Julho 19, 2007

Algumas novidades




Desde a última vez que escrevi aqui, eliminei mais 2,800 kg. Oficialmente, quero dizer. Pois já perdi mais nessas duas semanas. Pesada e colocada no aparelho que mede TUDO, na nutricionista. Apesar de ter perdido menos desta vez, tive perda única e exclusiva de massa gorda. Então continuo indo bem, tenho tido poucos ‘dumpings’. Parece que estes não têm mesmo acontecido em razão de doces. Deve ter mesmo algo a ver com gordura. Ainda não descobri ao certo, mas minha nutricionista disse que provavelmente vou descobrir.

Estive viajando novamente e em uma semana tive somente um ou dois ‘dumpings’. Pra vocês terem uma idéia, fui pra Campos do Jordão e ainda perdi meio quilo. Estou me sentindo muito bem. Fiz alongamento orientado por monitores da colônia de férias e descobri que posso (e até muito bem) me sentar e/ou deitar ao chão e me levantar normalmente. Sem ajuda do marido ou de outra pessoa. Voltarei pra hidroginástica próximo mês para continuar perdendo, pois agora o organismo já está acostumado à nova situação da ingestão de calorias. Ou quase. Preciso do exercício físico para continuar queimando.

Mas realmente me sinto uma nova pessoa. Não sinto mais o cansaço de antigamente. Agora sinto até frio! Coisa pouco provável com minha anterior manta de gordura (como disse Dr. Pedro, meu cirurgião). Até minha manta de lã tirei a algumas semanas do maleiro. Coisa que não fazia há muitos anos. Costumava me contentar com uma colcha ou um edredon bem fininho...

Como diz a psicóloga, estou retomando coisas tão simples da minha vida que já havia esquecido como funcionam. E muito feliz com tudo isso!


Postado por Jack, em 6:49 AM


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Junho 4, 2007

O 'dumping'




Só pra não dizer que não falei do 'dumping'... Afinal tive um 'dumping' cretino no domingo retrasado. Um mal estar terrível, uma coisa horrorosa realmente. Até ânsia de vômito eu tive. Mas não vomitei. Acho que é o mesmo que fumar sem tragar... E tudo isso num restaurante por quilo da colônia japonesa aqui em Santos. Uma comida realmente deliciosa que não merecia que eu tivesse me sentido daquela forma. Nem as pessoas me olhando como se eu fosse um ET.

Chegamos à conclusão que foi um simples golinho de Guaraviton que meu futuro genro me ofereceu... e eu aceitei! Quem mandou experimentar? Passei muito mal e contei à nutricionista na última consulta o que havia ocorrido. Ela disse que foi provavelmente o dito cujo mesmo, pois ele é muito doce. Será que o 'gajo' tentou matar a sogra antes mesmo do casamento? Há controvérsias... Na verdade ele se sentiu muito culpado em ter me oferecido o 'veneno' mas eu realmente não precisava ter aceitado. Isso é a parte responsável da porção que me cabe. Assim reza a lenda com minha psicoterapeuta...

Na verdade até agora com quase seis meses de operada vomitei somente três vezes. Acho que estou me comportando muito bem, pois já sei quase com quase cem por cento de acerto o quanto eu consigo comer.

Desde a última vez que fui à nutricionista (cinco semanas) eliminei mais 5,100 kg. Ainda considerado muito bom. Mas fui pra Campos do Jordão na semana passada e tive outros vários 'dumpings'. Na verdade acho que os meus estão sendo mais devido à gordura do que ao doce. Mas agora de volta a casa, minha dieta voltará aos antigos padrões já acostumados... Espero continuar bem na perda.


Postado por Jack, em 10:25 AM


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Abril 28, 2007

A perda continua...




Após mais um mês de dieta e exercícios físicos fui finalmente à nutricionista. Para pesar e fazer uma avaliação completa do meu estado geral. Ela tem em seu consultório, uma espécie de balança que vai muito além de tal. Ela mede tudo que se possa imaginar em um corpo: massa gorda, massa magra, água, etc.

Saí finalmente da faixa do IMC (índice de massa corporal) de obesidade mórbida. Massa gorda caindo vertiginosamente e massa magra aumentando devagarinho, mas constantemente. Neste link vocês podem ver como funciona o bichinho.

Graças também às caminhadas que tenho feito diariamente. Mês que vem volto pra hidroginástica. Era o que eu mais gostava, mas até que estou aproveitando bem e me divertindo com as matinais caminhadas. Temos tipos hilários aqui à beira mar, como sempre contava no meu outro blog.

Desde a última visita, eliminei mais 4,500 kg. Mesmo, como não tenho o tão temido "dumping" e pegando uma colheradinha ou outra de sobremesa (raramente eu diria).

Síndrome de Dumping é um grupo de sinais e sintomas que se desenvolve mais freqüentemente nas pessoas que tiveram o estomago retirado, ou reduzido cirurgicamente para redução de peso. Também chamado "rápido esvaziamento gástrico", o dumping ocorre quanto o alimento sem digestão é mandado muito rapidamente para o intestino. Causa desde um mal estar até náuseas, vômitos, diarréia, palpitações, desmaios, tremores, suores, etc.

Até aqui não tive essa síndrome. E esta está sendo agora a preocupação da minha família, visto que estou "experimentando" pequenas porções de doces e não tive os sintomas. Minha nutricionista parece que preferia que eu tivesse tido o piriri, mas a psicóloga, pensa diferente. Ela acha melhor eu aprender a responsabilidade de saber onde parar do que ficar esperando que o organismo reaja mal a um delicioso bocadinho...

Estou perdendo cabelo também. Mas já sabia que isso ocorreria e já estou até com mais um suplemento vitamínico pra ver se essa praga pára...


Postado por Jack, em 6:27 AM


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Março 20, 2007

A recuperação


Após longo, calorento, suado e tenebroso verão e muito tempo sem escrever, tenho algumas novidades. Já perdi bastante peso (por volta de 26 kg). Já me sinto mais disposta pra algumas atividades que estavam quase impossíveis de realizar anteriormente, tais como: dormir bem, caminhar, realizar alguns afazeres domésticos, etc.

Não pensem vocês que por ter tido meu estômago grampeado, as coisas se tornaram fáceis assim como num passe de mágica. Uma grande quantidade de comida realmente não cabe mais no meu mini-estômago agora. Mas a disciplina tem sido minha fiel companheira nessa caminhada longa e dolorosa.

Sim, dolorosa por um lado, por isso a terapia. Pois ver comida e ter que ter noção de quando parar é uma tarefa complicada. Principalmente quando você tem que tentar prever seu limite para não passar mal ou vomitar depois. E isso realmente não deveria acontecer se eu seguir à risca as quantidades indicadas pela profissional. Pois o pouco que posso comer agora, precisa suprir minhas necessidades básicas nutricionais.

Por outro lado, olhar no espelho e se ver recuperando a velha e antiga forma, é simplesmente mágico!

Com o apoio da terapia tenho "aprendido" que na verdade estou conseguindo bastante bem meu objetivo. E que eu preciso me "conscientizar" que estou tendo sucesso. A gente sempre acha que não é capaz ou que nossa capacidade é limitada. Mas o cirurgião e a nutricionista já me disseram isso. É que o reforço terapêutico é sempre vital.

Já não me sinto tão mal em falar sobre o tempo de hospitalização. Foi bem traumático pra mim. Mas ainda não posso pensar sequer em enfrentar uma plástica ou coisa assim... Mas ainda tenho muito chão pra percorrer!




Postado por Jack, em 11:31 AM


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Fevereiro 13, 2007

A fístula


Médicos costumam sempre dizer que existem riscos em cirurgias. Não existe cirurgia sem riscos. Tá! Eu estava correndo mais riscos sem operar do que operando - disseram-me. Riscos cirúrgicos estes que a gente nunca acha que acontecerão. E mais: não era uma cirurgia de urgência, mas sim uma cirurgia eletiva (que a princípio deveria correr menos riscos). Mas acaso e/ou falta de sorte existem e sempre existirão. E nunca queremos acreditar que possa ocorrer com a gente.

Mas acontecem. E aconteceu. Estava no quinto dia já em casa, feliz da vida, quando meu dreno começou a vazar desesperadamente. Algo certamente estava errado, Até que meu corpo mesmo o expulsou. Aí notei que as coisas que eu bebia, vazava por ele, ou pelo buraquinho que ele causou. Quase que imediatamente. Ligamos logo pro atendimento via celular da equipe que me operou. Mandaram que eu ficasse em jejum absoluto e fosse pro Pronto Socorro logo cedo na manhã seguinte. E que avisássemos da nossa chegada. Marido e eu.

Era dia 20 de dezembro. Logo que dei entrada, fizeram o teste do azul de metileno. Logo o azul invadiu o curativo de onde deveria estar o dreno, que havia saído na noite anterior. Seria internada novamente para exames e avisada que não voltaria pra casa no Natal. E assim foi: Natal, Ano Novo, dia de Reis... Só tive alta no dia 17 de janeiro, quando o exame provou pra toda equipe que minha fístula tinha cicatrizado sem necessidade de uma nova cirurgia. Mas 28 dias de hospital foi demais pra mim. Tive momentos de choro, desespero e vontade de sair correndo. Mas tudo deu certo e não precisei entrar novamente em cirurgia.

A demora em escrever sobre isso foi puramente emocional. Não tinha vontade de mexer nessa ferida...




Postado por Jack, em 8:28 AM


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Janeiro 19, 2007

A cirurgia


Internei-me cedinho no dia 11 de dezembro e sem mais delongas fui encaminhada pro centro cirúrgico. Colocaram-me aquele aventalzinho ridículo, aquele mesmo: que deixa a buzanfa totalmente de fora. Chegando no centro cirúrgico, o dr. Pedro disse-me que precisava tirar... Já dei uma sonora risada, e disse:

- "Pô doutor, com strip-tease é mais caro!"

Acordei na UTI sem entender o que havia acontecido. Acoplada a um respirador que forçava a minha respiração, tive a quase sensação de ser um Darth Vader naquele último filme do Star Wars... Mais tarde percebi que algo havia dado errado, quando vi marido e irmã todos de aventalzinho na minha frente. E eu naquela barulheira... Igualzinho ao terrível vilão...

Tive um desconforto respiratório e tive que ir pra UTI. Minha respiração não respondia como eles esperavam e tive que ser reentubada. Dr. Pedro havia reservado uma para o paciente que ele operaria a seguir. Na verdade quem usou fui eu, infelizmente ou felizmente, ainda não sei.

Um fato engraçado que aconteceu (parece que estes só acontecem comigo...) é que eu estava sem sonda e tinha a sensação de estar com vontade de fazer xixi. Só que não podendo falar, eu tentei me comunicar de outra maneira. Cruzava dois dedos da minha mão e depois apontava um número um. Por duas vezes. Frustrei ao perceber que ninguém entendia meus sinais... Era XIXI que eu tentava dizer isso com os dedos...

Tive alta da UTI na quarta-feira dia 13 e fui pro quarto. Mais dois dias e eu estava voltando pra casa. Sem saber o que me aguardava...



Continua...


Postado por Jack, em 1:17 PM


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Dezembro 9, 2006

Terapia




Diante da terapia, tenho conseguido me concentrar nos meus desatinos. A terapeuta tem me ajudado bastante. Aliás, ajudado bastante é pouco. Ela tem sido essencial para enfrentar e entender meus medos e angústias. Meu maldito medo de hospital e anestesia que, aliás, descobrimos ter fundamento.

Na cesárea do meu filho mais velho, por exemplo, o médico mandou o resto da equipe ir "começando", que ele ia almoçar. Meu marido me contou depois que era um tal de ele ser chamado pelo auto-falante nos corredores do centro cirúrgico. A sensação de ter sido quase esquecida e a anestesia começar a fazer efeito... E pior ainda, ela (anestesia raquidiana) começar a subir e você começar a sentir falta de ar. Tive a nítida impressão de que estava morrendo. Puseram-me uma máscara e eu apaguei. Acabou que deu tudo certo, mesmo porque estou aqui contando isso.

Mas a psicóloga me alertou que eu deveria contar tudo isto pro cirurgião. Pois ele tem que saber que meus temores têm razão de ser.

Fui a São Paulo marcar a cirurgia. Contei tudo pro Dr. Pedro como combinado. Ele ouviu tudo, e eu ainda acrescentei:

- "Dr. Pedro, eu não quero morrer! Eu ainda não tenho netos e tenho muito show de rock pra assistir..."

Ele sorriu e retrucou:

- "Eu também não quero que você morra!"

Tudo agendado para a internação, papelada em mãos (só de exames, tenho uma pasta!), ele se dirigiu à porta para nos despedirmos:

- "Então tá! Te vejo dia 11... Se eu não chegar às 8 horas, eu mando o pessoal ir 'começando', tá?"

Quase cometi um 'medicocídio' ou seria 'cirurgiãocídio'? Grrrrrrrrrrr!





Postado por Jack, em 7:43 AM


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Novembro 28, 2006

Plantão médico




Tudo começou em fevereiro deste ano. Quando houve necessidade da mudança do meu remédio de controle de pressão arterial. Acabei mudando de cardiologista também. O novo médico sugeriu a cirurgia bariátrica por videolaparoscopia, em virtude de estar muito complicado perder mais peso do que eu havia perdido e que já vinha começando a recuperar.

Perder peso sempre foi muito difícil pra mim: hipo-tiroidismo, menopausa por histerectomia, pressão alta, e há três anos a diabetes apareceu para complicar o caso. Sempre tive medo de hospital e intervenções cirúrgicas e tal. Mas fui convencida pelo médico e pela complicação do caso. Comprometer a saúde dessa maneira não estava dando certo. Resultados dos exames estavam começando a me deixar preocupada.

Foi então que mais precisamente em 9 de agosto comecei minha via-crucis. Já havia ido a um cirurgião aqui mesmo em Santos. Mas teria que pagar particular, e ainda teria que ver com meu convênio se eles me reembolsariam o hospital, anestesia, material, essas coisas.

Foi quando me informaram que em São Paulo há uma espécie de 'pacote'. Hospital, cirurgião e nutricionista. Ou seja, toda assistência para um caso como o meu. Tudo pelo convênio! Dr. Pedro me pediu todos os exames possíveis e imagináveis de sangue. Tive que marcar consultas com pneumologista, cardiologista, psicóloga (pois é, estou fazendo até terapia...). Fiz ultrasom, endoscopia com biópsia, RX de pulmão, enfim praticamente me viraram do avesso.

Tudo liberado. Menos minha taxa de glicemia que continuava alta. O cardiologista me receitou um outro remédio, voltei pra hidroginástica e a nutricionista deu alguns toques sobre alimentação. Sobre um tal farelo de aveia para ser tomado com suco ou leite. Mais dois exames de sangue para verificação da taxa. Até que chegou num nível administrável e fui liberada com relatório para retornar ao cirurgião.

Depois desse imenso testemunho, tenho a dizer que opero dia 11 de dezembro. Agradeço a todos uma prece, um pensamento positivo ou algo em que acreditem. Enfim, qualquer coisa que me ajude a superar logo esse momento. Antecipadamente agradeço imensamente a todos vocês...




Postado por Jack, em 12:00 PM


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Sobre Jack

Cinqüentona, aposentada há cinco anos, roqueira de carteirinha, 'stratovariusmaníaca', casada (bem casada), mãe de um casal de filhos formados e quase independentes...
Arrumei uma hipertensão e uma diabetes.
Agora a caminho de uma solução cirúrgica!


My Unkymood Punkymood (Unkymoods)



Meu outro blog:

Jack não tá fazendo nada...














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